sábado, 20 de fevereiro de 2010

Eu acredito. Acredito que sonhos podem se tornar realidade, que rir é atividade obrigatória diária e que a vida é tão efêmera que não posso desperdiçar com tristezas imutáveis (tem vezes que o esquecimento é uma benção).
Luto pelo que quero. Procuro o bem, o bom, o belo. Sempre disposta a conhecer novas pessoas, novas ideias, novos sonhos, novo rumo.
Infinitamente carente, acredito que abraços resolvem muita coisa. Aquelas que não são resolvidas podem ser rapidamente amenizadas. Meus problemas somem quando estou perto de gatos ronronantes, chocolates ou bons livros e também quando recebo cafuné ou massagem.
Gosto do nascer do sol, chuva fina num final de tarde, estar com quem se ama, rede na varanda, a trilha sonora de Amelie Poulain.
Não gosto de gritos (exceto os que vem com risos), raiva, dores, mau humor, atrasos e daquela sementinha de pipoca não estourada que você não sabe o que fazer quando põe na boca.
Prestativa tanto quanto possível, entrego minha vida facilmente ao que ou a quem acredito. Mas reciprocidade é fundamental...
Contraditória ou inconstante, mudo de opinião se percebo o erro. Não tenho medo de mudança, mas da falha.
Só me faça acreditar que vale a pena e estarei sempre junto.