terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sua resposta vale um bilhão

"Pois é. Como o senhor vê, o que mais chama a atenção no mundo não é sexo, é dinheiro. E, quanto maior a quantia, maior o atrativo"


"Olha, tudo que eu posso dizer é que às vezes a verdade é mais estranha do que a ficção"

"Nischey kar apni jeet karon - eu luto com a certeza de vencer"

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Então,
Acho que passou um pouco a febre sim (espero que contigo também), mas
têm algumas coisinhas que estão me incomodando que preciso falar pra
você porque não teria coragem de fazer em outra hora. Na verdade você
nem precisa ler (rs...). Seria como um desabafo no espelho e está tudo
certo; tanto que não espero resposta.
Portanto, comecemos:
Sempre procurei alguém que jamais encontraria. Não há expectativas
para uma criança que insiste em contrariar a todos. Vegetariana, que
prefere livros a pessoas, que prefere estudar a ir a festas, que
prefere a segurança das igrejas ao desafio de um mundo caótico.
Não, não sei se acredito em tudo que pregam; mas sempre preciso
daquele apoio divino todas as noites para poder dormir em paz.
Sou uma perdida. Perdida em minhas próprias convicções, procurei de
quase todas as formas me encaixar em qualquer nicho que fizesse
acreditar que não sou estranha. Não deu.
Eu realmente não estou apaixonada. Mas é pior que isso. É como chegar
aos vinte e quatro anos, olhar para frente e ver em carne e osso o
próprio Papai Noel. Coelho da Páscoa. Sei lá, Capitão Planeta!
Foi um susto que até agora não superei. Para mim tudo parece perfeito
demais, só pode ser um fake, por Deus, ele não existe!
Isso me atormenta todas as noites, porque sei que não haverá mais que
sonhos. Não ouso realizar a hipótese de ficar com ele. Primeiro porque
não vejo nada em mim que me faça ficar com qualquer ser. Acho que
beijos e abraços são sim promessas, efêmeras talvez, mas nem tanto.
Falhei em mentir que ficaria. Sinto muito por isso.
Talvez eu ainda esteja com febre por delirar em tantas palavras.
Mas continuo:
Quero sim aceitar os convites propostos, mas são tantos detalhes que
fazem enlouquecer-me. Não quero ser nomeada como a namorada de alguém
pela vigésima vez (nunca entendi porque aquele departamento encontra
tantos namorados pra mim!), não quero que fiéis que ainda não conheço
me vejam como uma pretendente. E de certa forma, isso vai acontecer.
Temo por ele.
Ele pode ser um par perfeito que tanto almejei, mas acho que não
gostaria que fosse recíproco. Sei que não é. Quero guardar comigo,
numa caixinha de lembranças, a vez que vi um sonho se tornar realidade
e que decidi não tocar.
Por isso, a partir do último ponto final, não quero mais pensar nele.
Falar nele. Não quero sequer imaginar como tudo isso aconteceu; tão
rápido que mal conversamos sobre outros temas, não?
Sobre a doutrina, o interesse ocorre há 9 anos. Acho que devo sim
prosseguir, mas não com ele. Para evitar criticas mesmo.
Já me sinto feliz por não está só no mundo. Parece que de alguma forma
encontrei um motivo que me faz viver. E nem precisa ser junto.

domingo, 25 de outubro de 2009

Uma verdade inconveniente

"What gets us into trouble
is not what don't know
It's what we know for sure
that just ain't so"

"Bom, foi uma grande decepção, mas
o que se faz depois?
Tira-se o melhor proveito"

domingo, 6 de setembro de 2009

A cura de Schopenhauer

"Talento é quando um atirador atinge um alvo que os outros não
conseguem. Gênio é quando um atirador atinge um alvo que os outros não
vêem"
"A maior sabedoria é ter o presente como objeto maior da vida, pois
ele é a única realidade, tudo o mais é imaginação. Mas poderíamos
também considerar isso nossa maior maluquice, pois aquilo que existe
só por um instante e some como sonho não merece um esforço sério"
"Nietzsche uma vez escreveu que a maior diferença entre o homem e a
vaca era que a vaca sabia como existir, como viver sem angústia (isto
é, sem medo) no bendito presente, sem o peso do passado e a
preocupação com os horrores do futuro. Mas nós, humanos infelizes,
somos tão perseguidos pelo passado e pelo futuro que só podemos passar
rapidamente pelo presente. Sabe porque sentimos tanta saudade da
maravilhosa infância? Segundo Nietzsche, porque foi a única época
despreocupada, ou seja, sem preocupação antes de termos lembranças
tristes e graves do lixo do passado"
"Uma pequena quantidade de inquietação vai acabar ocupando todo o
nosso espaço de inquietação"
"Ganesha tem um sentido, uma lição de vida. A grande cabeça de
elefante é para pensarmos muito. E as orelhas grandes? Para ouvirmos
mais. Os olhos pequenos lembram de nos concentrarmos, e a boca
pequena, de falarmos menos. (...) Ganesha só tem uma presa. Isso quer
dizer: fique com o bom, jogue fora o ruim. O machado que segura é para
cortar todas as ligações, todos os apegos. Na outra mão, segura uma
corda para manter a pessoa próxima de sua meta. O veículo usado por
Ganesha é um rato, atributo mais interessante de todos. O rato
significa o desejo. Você só pode montar nele se o controlar, senão ele
causa destruição"
"Ensaio 'A linda mulher vazia', que dizia que a mulher muito bonita
costuma ser tão festejada e gratificada pela beleza que deixa de se
esforçar. Sua segurança e sucesso são apenas superficiais e, quando a
beleza acaba, ela sente que tem pouco a dar: não aprimorou a arte de
ser uma pessoa interessante nem a outra arte, de se interessar pelos
outros"

domingo, 26 de julho de 2009

Quando fui outro, Fernando Pessoa

"Tabacaria
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso quer ser nada.
À parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

(...)

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ai campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que eu sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!

Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a historia não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras

Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?

Não, nem me em mim...
Em quantas mansardas* e não-mansardas no mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas –
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas –
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem sabe conquistas
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo.
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma
parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
(...)

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

(...)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos* e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.
Fiz de mim o que não soube, E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime. (...)"
(*mansarda: morada miserável; andrajos: esfarrapado)


"Sou um doido que estranha a sua própria alma"

"A maioria da gente enferma de não saber dizer o que vê e o que pensa.
Dizem que não há nada mais difícil do que definir em palavras uma
espiral: é preciso, dizem, fazer no ar, com a mão sem literatura, o
gesto, ascendentemente enrolado em ordem, com que aquela figura
abstrata das molas ou de certas escadas se manifesta aos olhos. Mas,
desde que nos lembremos que dizer é renovar, definiremos sem
dificuldade uma espiral: é um círculo que sobe sem nunca conseguir
acabar-se. A maioria da gente, sei bem, não ousaria definir assim,
porque supõe que definir é dizer o que os outros querem que se diga,
que não o que é preciso dizer para definir. Direi melhor: uma espiral
é um círculo virtual que se desdobra a subir sem nunca se realizar.
Mas não, a definição ainda é abstrata. Buscarei o concreto, e tudo
será visto: uma espiral é uma cobra sem cobra enroscada verticalmente
em coisa nenhuma.
Toda a literatura consiste num esforço para tornar a vida real. Como
todos sabem, ainda quando agem sem saber, a vida é absolutamente
irreal, na sua realidade direta; os campos, as cidades, as idéias, são
coisas absolutamente fictícias, filhas da nossa complexa sensação de
nos mesmos. São intransmissíveis todas as impressões salvo se as
tornarmos literárias. As crianças são muito literárias porque dizem
como sentem e não como deve sentir quem sente segundo outra pessoa.
Uma criança, que uma vez ouvi disse, querendo dizer que estava à beira
de chorar, não "tenho vontade de chorar", que é como diria um adulto,
isto é, um estúpido, senão isto: "tenho vontade de lagrimas". E esta
frase, absolutamente literária, a ponto de que seria afetada num poeta
célebre, se ele a pudesse dizer, refere resolutamente a presença
quente das lagrimas a romper das pálpebras conscientes da amargura
liquida. "Tenho vontade de lágrimas"! Aquela criança pequena definiu
bem a sua espiral.
Dizer! Saber dizer! Saber existir pela voz escrita e a imagem
intelectual! Tudo isto é quanto a vida vale: o mais é homens e
mulheres, amores supostos e vaidades factícias, subterfúgios da
digestão e do esquecimento, gentes remexendo-se, como bichos quando se
levanta uma pedra, sob o grande pedregulho abstrato do céu azul sem
sentido."

"Deixei atrás os erros do que fui,
Deixei atrás os erros do que quis
E que não pude haver porque a hora flui
E ninguém é exato nem feliz.

Tudo isso como o lixo da viagem
Deixei nas circunstancias do caminho,
No episódio que fui e na paragem,
No desvio que foi cada vizinho.

Deixei tudo isso, como quem se tapa
Por viajar com uma capa sua,
E a certa altura se desfaz da capa
E atira com a capa para a rua."

"Quem não quiser sofrer, que se isole"

"Lisbon Revisited

(...)
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havermos de ir juntos?

Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia!

(...) "

"Não só quem nos odeia ou nos inveja nos limita e oprime; quem nos ama
não menos nos limita"

"Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para
mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas.
Talvez, porque a sensualidade real não tem para mim interesse de
nenhuma espécie – nem sequer mental ou de sonho -, transmudou-se-me o
desejo para aquilo que em mim cria ritmos verbais, ou os escuta de
outros. Estremeço se dizem bem. Tal página de Fialho, tal página de
Chateaubriand, fazem formigar toda a minha vida em todas as veias,
fazem-me raivar tremulamente quieto de um prazer inatingível que estou
tendo. Tal pagina, até, de Vieira, na sua fria perfeição de engenharia
sintática, me faz tremer como um ramo ao vento, num delírio passivo de
coisa movida.
Como todos os grandes apaixonados, gosto da delícia da perda de mim,
em que o gozo da entrega se sofre inteiramente. E, assim, muitas
vezes, escrevo sem querer pensar, num devaneio externo, deixando que
as palavras me façam festas, criança menina ao colo delas. São frases
sem sentido, decorrendo mórbidas, numa fluidez de água sentida,
esquecer-se de ribeiro em que as ondas se misturam e indefinem,
tornando-se sempre outras, sucedendo a si mesmas. Assim as idéias, as
imagens, trêmulas de expressão, passam por mim em cortejos sonoros de
sedas esbatidas, onde um luar de idéia bruxuleia, malhado e confuso.
Não choro por nada que a vida traga ou leve. Há porém páginas de prosa
que me têm feito chorar."

sábado, 18 de julho de 2009

Trilogia Fronteiras do universo: A luneta âmbar

"(...) será que vai ser melhor para alguém se eu voltar direto para o
meu hotel, disser minhas orações, me confessar ao padre e prometer
nunca mais cair em tentação? Será que alguém vai ser tornar uma pessoa
melhor se eu tornar minha vida miserável e infeliz?
E a resposta veio: não. Ninguém vai ficar melhor. Não há ninguém para
atormentar, ninguém para condenar, ninguém para me abençoar por ser
uma boa moça, ninguém vai me punir por ser má. O céu estava vazio. Eu
não sabia se Deus tinha morrido, ou se Deus nunca tinha absolutamente
existido. De qualquer maneira, me senti livre e solitária, e não sabia
se estava feliz ou infeliz, mas algo de muito estranho havia
acontecido."

"Tudo que vale a pena ter, vale a pena o esforço de trabalhar para ter. "

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O que Einstein disse ao seu cozinheiro V2

"Para frutos cuja casca é aderente como uma pele, como maçãs, tomates, pêras, pêssegos, pepinos, limões e laranjas, algumas detergente usado para lavar pratos aplicadas vigorosamente com uma escovinha e enxaguadas farão um bom trabalho na remoção de qualquer material contaminador. Esta é uma idéia boa especialmente para limões e laranjas quando você pretende usar suas cascas ou peles em alguma receita.

Uma das melhores defesas contra bactérias em produtos agrícolas é lavá-los numa solução de uma colher de chá de cloro para cada litro de água (uma solução de hipoclorito de sódio em água). Quando a própria água da torneira é suspeita, deixe essa solução pronta por varias horas antes de empregá-la em alimentos.

Outro tratamento antibacteriano seguro e simples foi concebido em 1996 por cientistas de alimentos da Universidade de Nebraska – Lincoln. Consiste em borrifar as frutas e legumes com uma solução de peróxido de hidrogênio (aquele concentrado a 3% vendido nas farmácias como desinfetante) e depois com vinagre branco, ou vice-versa. Os dois líquidos misturam-se sobre o alimento e reagem, liberando um gás de oxigênio mortal para os germes. Qualquer peróxido de hidrogênio residual na alface se decomporá rapidamente e, de qualquer maneira, não tem gosto, enquanto o vinagre residual já será um começo para o molho da salada.

Tanto o método do cloro quanto o método do vinagre com o peróxido desinfetarão ao mesmo tempo as tabuas e outras superfícies usadas para preparação dos alimentos, sobretudo depois de escovadas com detergente. Se as suas tábuas de cortar cheirarem a cloro depois desse tratamento, basta enxágua-las com um pouco de vinagre."

 

"Eis o que deve ser feito. Primeiro, verifique a tabela para ver a que categoria sua fruta pertence. Se ela estiver na lista das não climatéricas, poderá ficar mais macia e perder sua cor verde, mas não ficará mais madura antes de começar a descida da ladeira. Refrigere-a para conservar seu ponto de madureza.

Mas se ela estiver na lista das climatéricas, deixe-a em temperatura ambiente; a refrigeração retardaria o processo de amadurecimento. Então se quiser acelerar as coisas, coloque duas delas, sem apertar, num saco de papel com alguns buracos. Isso permitirá capturar um pouco, embora não todo o etileno que elas emitem e acelerará o amadurecimento. O etileno é ligeiramente mais leve que o ar, portanto uma parte dele escapará pelos buracos do saco. Isso é bom, porque tudo o que sai é uma parte por milhão de partes do gás; o resto fará o seu serviço. Não use saco plástico: a concentração de etileno será excessiva e empurrará a fruta ladeira abaixo, de madura a estragada.

Se você realmente tem pressa, ponha um produtor classe A de etileno – uma maçã, uma banana ou um maracujá (o campeão) – no saco com sua fruta climatérica. Não esqueça de verificar o conteúdo do saco a cada 10 ou 12 horas, ou terá a surpresa de encontrar uma fruta podre lá dentro.

 

Não amadurecem (não-climatéricas)

Continuam a amadurecer (climatéricas)

Cereja, frutas cítricas (laranja, limão, lima, grapefruit), pepino, romã, bagas de poupa macia (amora, framboesa, morango) e melão.

Maçã, damasco*, abacate*, banana, mirtilo*, figo*, goiaba, kiwi, manga, melão, almiscarado (erroneamente chamado cantalupe nos EUA)*, nectarina*, papaia, maracujá, pêssego*, pêra, caqui*, abacaxi, banana-de-são-tomé, ameixa*, marmelo e tomate

* a cor e a textura melhoram, mas a doçura não."

 

 

"Para fazê-la [farinha de trigo fermentada] em casa, apenas adicione uma colher e meia de chá de fermento em pó e meia colher de chá de sal para cada xícara de farinha de trigo comum e mexa bem. Uma suave mexida produz a melhor mistura"

 

"...Imagino que um formato com maior volume de superfície [de massa de macarrão] absorveria maior quantidade de molho...

Volume de superfície? Aposto que você é engenheiro"

 

"Ganache

A ganache é uma mistura de chocolate derretido e creme espesso aquecido, incorporados um ao outro até tudo ficar bem macio. As quantidades relativas dos dois ingredientes podem variar, mas quantidades iguais dão um bom resultado e são fáceis de lembrar. A ganache é muito usada, depois de gelada e separada em bolinhas, como recheio cremoso para trufas. Também pode ser amornada e despejada sobre um bolo como cobertura brilhante e deliciosa.

Para um bolo redondo de uma camada você vai precisar de mais ou menos uma xícara de ganache. Use as sobras como molho para pêras escaldadas, sorvete ou outra sobremesa. Pode ser guardada na geladeira por ate dois meses num recipiente bem fechado, isto é, se você resistir a comê-la com uma colher.

 

250 gramas e chocolate meio amargo ou amargo, bem picado

1 xícara de creme espesso

 

1.      Ponha o chocolate picado numa vasilha refrataria média.

2.      Numa caçarola pequena, dê uma fervura no creme. Despeje creme quente sobre o chocolate e vá batendo delicadamente até que o chocolate derreta completamente e fique macio. Deixe amornar.

3.      Ponha uma camada de bolo frio com 20 ou 22cm de diâmetro sobre uma grelha colocada sobre um tabuleiro ou uma folha de papel laminado. Despeje a ganache morna sobre o bolo e use uma espátula de metal para ampará-la e espalhá-la por cima e pelos lados do bolo. Deixe o bolo gelar por cerca de uma hora antes de servir.

Rendimento: 1 ½ xícara"